Reunião define ações conjuntas entre prefeitura e PM na aldeia indígena

WhatsApp-Image-2018-01-09-at-17.42.33-150x150  Assustados com algumas ações da Polícia Militar, os índios da Aldeia Mata Verde Bonita (Tekoa Ka’Aguy Ovy Porã), em São José do Imbassaí, solicitaram a ajuda da Secretaria de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher, que organizou uma reunião com o comando do 12° Batalhão de Polícia Militar. O encontro, que aconteceu na última terça-feira (09/01), também contou com a presença do secretário de Segurança Pública, Ordem Pública e Trânsito, Celso Netto, e do secretário de Economia Solidária, Diego Zeidan.

“Os índios da Aldeia Mata Verde Bonita nos procuraram para informar que viaturas da PM estavam adentrando a localidade sem nenhuma explicação durante a madrugada. A pedido do prefeito, entrei em contato com coronel Marcio Rocha e mobilizei esforços para que ações conjuntas de segurança e qualidade de vida fossem definidas”, explicou o secretário de Participação Popular, Direitos Humanos e Mulher, João Carlos de Lima.

WhatsApp-Image-2018-01-09-at-17.42.32-150x150  Com o subcomandante da 6ª Cia de Maricá, tenente Coutinho, o coronel Marcio Rocha distribuiu brinquedos para as crianças e pediu desculpa por terem assustado a tribo. “Não é nosso interesse deixá-los assustados. Vamos planejar ações conjuntas com a Secretaria de Segurança para que este espaço deixe de ser rota de fuga para marginais”, afirmou o coronel.

De acordo com o secretário Netto, rondas periódicas já estão sendo definidas para a região. “Vamos atuar no policiamento preventivo, nosso intuito é preservar e garantir a ordem pública na aldeia”, disse.

O secretário de Economia Solidária, Diego Zeidan, explicou que a pasta tem uma frente de ação nas aldeias, que vai culminar no lançamento do “Mumbuca Indígena”, que já teve a lei aprovada na Câmara e vai ser lançado ainda este ano. “O programa vai dar R$ 300 para todos os índios que moram na cidade por pelo menos três anos, visando reparar os danos históricos causados à população e à cultura indígena pelos nossos antepassados”, finalizou Diego.

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